Porque em economia tudo é causa e efeito.
palavras interditas
a conspiração das ideias
11.5.12
Questões de números
Porque em economia tudo é causa e efeito.
12.12.11
As (boas) Razões Inglesas

Também é possível compara realidades de distinta maneira: a importância dos PIB de diferentes países e zonas, realçando a dimensão do PIB da zona euro (ZE), comparativamente com o PIB alemão e o do RU e, ainda, com o dos EUA.


9.12.11
Where is the Money?
Depois, bem, depois pretender inscrever na Cosntituição Portuguesa um limite ao défice, significa cortar cerce qualquer possibilidade de responder com dívida pública, a problemas de assimetria económica e da correspondente necessidade de fazer crescer a economia. mais uma vez afirmo: é da responsabilidade do Estado a criação de condições para aumentar o emprego. Se um Estado que não tem moeda, aceita não ter política orçamental e, last but not least, ainda se fustiga obrigando-se a inserir na Lei Fundamental, um limite à capacidade de endividamento, então esse Estado não é soberano: é um Estado liliputiano, onde só se sobreviverá, por via de um retrocesso económico de 90 anos.
4.12.11
A economia fixada no exterior
28.11.11
O ovo de Colombo
24.11.11
Que mais quererão ? Nada mais há para dar....
22.11.11
21.11.11
Medidas macroeconómicas
11.11.11
Desvalorizar a economia não é o caminho
anuncia-se o fim de uma era; a Zona Euro
O quê ???
Desculpe, diga lá outra vez?
Só pode ser brincadeira.....
3.11.11
O modelo económico (des)elegante para o País
O Pm fez notar, para nosso conhecimento, que as verbas acordadas com a Troika são suficientes para fazer face à despesa do estado, mas que Portugal necessita de financiar igualmente a sua economia. Fez notar ainda que a taxa de juro, de colocação de dívida a dois anos, já ultrapassava os 20%.
- O prémio de risco percebido pelos mercados, em relação a Portugal, é elevado. Por outras palavras, o perigo de default enorme.
- Uma economia capitalizada a um juro superior a 20% ao ano, exige uma taxa interna de rentabilidade (TIR) superior a 30%, caso contrário não gera riqueza (se a TIR for igual ao juro é indiferente);
- Mas, acaso a TIR seja inferior à taxa de juro, a economia está condenada (falamos da TIR da economia no seu todo).
É este pressuposto verosímil ? A resposta parece fácil: não.
Não sendo, as perguntas acumulam-se: (a) como se irá pagar o que estamos agora a dever? (b) como pagar os novos financiamentos?; (c) como fazer descolar o país economicamente, tirando-o da recessão onde se encontra mergulhado?; (d) como reduzir a dívida externa?
Como fazer tudo isto no presente modelo económico, que inclui as imposições negociadas?
25.10.11
PNB vs PIB
21.10.11
Esquece muito....
30.9.11
O Euro no centro da crise.....
12.9.11
Os erros do BCE
11.9.11
Hoje.....
Sair, não sair....
6.9.11
Não há perigo de uma NOVA recessão
11.8.11
O homem no seu melhor
8.8.11
7.8.11
Pois.....
"contrariamente à opinião de várias pessoas", pensa que "a saída continua a ser através da Europa".
6.8.11
Há gente que está a mais no Parlamento
5.8.11
O que os comunistas europeus não querem....
e a Euribor desce, obviamente....
Ver mal implica ver menos
4.8.11
2.8.11
E agora EUA ?
1.8.11
estado e hipocrisia
31.7.11
A miopia política nacional
29.7.11
Fresh Out of Bailout
A viagem temporal que ninguém queria fazer
28.7.11
Paul Krugman e o Euro....
25.7.11
Poeira....
18.7.11
Rácios Tier 1
7.7.11
A moralidade que deve ser para todos....
6.7.11
O interesse subjacente do rating para o investidor/especulador
25.6.11
O Senhor Ministro.....
23.6.11
21.6.11
Não poderia ter melhor início esta coligação
Não foi Deus, foi política séria
[...] Na sequência do acordo estabelecido entre o Governo e a administração da empresa de telecomunicações que permitiu um encaixe de 2,8 mil milhões de euros, o Estado teria a receber uma tranche de 450 milhões de euros até 20 de Dezembro do corrente ano. E foi precisamente sobre esta tranche que o Ministério das Finanças, liderado por Teixeira dos Santos, montou uma operação financeira com a Caixa Leasing e Factoring, do grupo CGD para antecipar 300 milhões de euros. Uma verba necessária dada a emergência do Estado para fazer face ao pagamento de salários dos funcionários públicos e compromissos internacionais como o pagamento de dívida pública que vencia em Abril. [...]
Já aqui o disse: despesa no país há só uma; a do estado e a das famílias. Quando o estado consome, as famílias consomem menos. Consumindo menos, porque há menor liquidez, significa poupar menos (porque se consome todo o rendimento e, mesmo assim, não chega), o que gera menor capacidade de investimento; se adicionarmos os milhões que saem dos bancos para o estado, percebe-se a incapacidade da economia se financiar, do sufoco das empresas no mercado e da impossibilidade de aparecerem novos projectos. Não há liquidez porque o estado é sôfrego no consumo.
20.6.11
O Nobre que não o é....
A razão pela qual não podia ser eleito reiterou-a na decisão de ficar: fazer o que sempre fez, enquanto candidato a Presidente da Republica, depois de ter feito afirmações contra o carácter dos deputados. Não foi Presidentre antes, para o 1º cargo da Nação, como não foi agora, para a 2ª figura do estado. Mas ficou no Parlamento, com aqueles que diminuíu, e depois de ter tido um comportamento absurdo, de extrema arrogância.
A saída do euro tem de passar a Agenda Política
13.6.11
Ministério das Finanças: a obrigatória latitude de pensamentos
3.6.11
Alavancar não é pecado...
Nota: há sempre uma primeira geração de "não-ricos", que geram o dinheiro inicial alavancando as suas actividades, iniciais e posteriores. Com os países acontece o mesmo: ou têm riquezas naturais ou não, mas precisam de alavancar as economias, sempre, para não ficarem totalmente dependentes dos interesses externos.
Desalavancar o que está alavancado é um enorme disparate que acaba, forçosamente, mal.
31.5.11
As cartas falsas
Dizem que são falsas, mas na realidade são verdadeiras; foram passadas indevidamente, a troco de dinheiro, a quem não estava habilitado a conduzir.
Mas, no meio de mais uma história triste da nossa triste sociedade, falta informação: casar os acidentes inexplicáveis, como circular nas auto-estradas em contra-mão e outras bizarrias, com os detentores de licenças de condução compradas através de corrupção. Porque o estado foi lesto a culpar a idade, a alterar o código com novas datas para renovações de licença de condução, com juntas médicas e houve até quem sugerisse que se deveria deixar de ter carta depois dos 80 anos. Asnos, todos.
Agora, devem ser casados todos esses acidentes estranhos e outros igualmente graves, com os condutores a circularem indevida e abusivamente, para se aferir da relevância do acto criminoso, com as mortes criminosas resultantes.
É fácil arranjar desculpas e obrigar os contribuintes a gastarem tempo e dinheiro com processos burocráticos, admitindo em simultâneo uma diferença abusiva de tratamento de acordo com a idade do cidadão, como se idade fosse doença, e não procurar mais fundo, não ir ao cerne da questão: a sociedade que está podre e precisa de ser limpa.
Tem de ser tirada a limpo a relação entre os factos.
30.5.11
Já cheira a reestruturação (para já grega)....
As privatizações já faziam parte do pacote. A novidade está na reestruturação, a que se chama alteração das condições de pagamento. Agora só falta (dêem mais algum tempo) reestruturar e reduzir o montante em dívida, em simultâneo.
27.5.11
Adorava....
Adorava saber em que medida estamos melhor que a Grécia, quando a troika afirma que o problema de Portugal é diferente daquele país, porque na Grécia o problema é orçamental e em Portugal é estrutural: toda a economia está alavancada, especialmente o sector financeiro.
Adorava saber como é que, seguindo o plano da troika, saímos da situação de desespero em que nos encontramos.
Adorava saber.
P.S. Já agora - e penso que não é pedir demais - gostava que não nos tratassem como analfabetos e incompetentes, mesmo sabendo que a grande maioria o é. A diferença é que assim, tratados assim, os que são nunca mais deixarão de o ser.
26.5.11
Doutores, jargões, perigos....
O que se perfila no seu (curto) horizonte é um misto de medo e irresponsabilidade; aquele impede o discernimento e este apela à passividade.
Não encarar a realidade económica é relegar o país para secundaríssimo plano, e renegar o direito à acção. É aceitar como bom todo e qualquer instrumento de política económica, desde que venha de fora, porque permite a enorme desculpa da imposição, sem cuidar da sua validade.
O ciclo vicioso em que nos encontramos e para o qual a Europa também caminha, não aproveita a ninguém. Claro que uns (portugueses, irlandeses, gregos) acrescidos de possíveis outros (italianos e belgas) e ainda islandeses, sofrerão e muito. Mas todos os outros, sem excepção, terão de pagar o seu quinhão. Se os mercados diminuírem à velocidade da erosão económica - o que sucederá - vende-se o quê a quem? E compra-se onde e a que preço? Porque a Europa não se basta a si própria. E, depois, ainda temos o Leste, a Turquia, o Magrebe, o empobrecimento do médio-oriente e de África.
O caminho seguido pela Europa, a fixação da acção económica no aumento da carga fiscal, conduz inevitavelmente a uma perca de poder de compra, e esta perca de poder de compra espalha-se por todo o mundo, porque é o mundo em si mesmo que se vai contraindo, através da contracção das economias europeias, por via de taxas de juro baixas, que conduzem à desvalorização das moedas (no caso europeu o euro) e porque a recuperação, em parte, desta contracção económica na balança comercial, contagia negativamente todos os outros países no mundo. Por outras palavras, podemos estar a entrar num problema muito mais sério e não a sair de outro problema, já de si sério.
Creio que há muitos doutorados, cheios de jargões, que opinam muito, em muito lado, que de economia na realidade não pescam nada.
25.5.11
Vai ser necessário reestruturar
Para ler aqui.
Nada que já não tenha sido escrito neste blogue dezenas de vezes, mas como Krugman também eu tenho a certeza que não é o bom senso que governa o mundo.
19.5.11
Falta sempre o fundamental: orgulho e noção de valor extrinseco.....
Aos olhos de milhões (essencialmente europeus), ontem estava representado o país futebolístico, o país de reconhecidas capacidades técnico-tácticas, o país que tendo orçamentos baixos nos seus clubes consegue atingir patamares de excelencia. Estava representada uma capacidade de: gerar técnicos de futebol de valor mundial; organizar clubes e consolidar modelos de gestão de sucesso; utilizando parcos recursos atingir patamares elevados de valor acrescentado.
Tudo isto esteve representado. Tudo menos a capacidade de utilizar os momentos, ímpares ou não, como arma de propaganda e marketing nacional. Não ver uam bandeira portuguesa envergada por qualquer um dos elementos das duas equipas foi confrangedor, mas ainda mais confrangedor foi assistir à autorização dada pelos dirigentes para que, os seus assalariados, pagos com fundos gerados em Portugal com contratos de trabalho regidos pela lei portuguesa, usurpassem a imagem de uma final portuguesa, com bandeiras dos respectivos países.
Os clubes podem ser "sociedade de nações" no conjunto de atletas que os representam, para dentro de si mesmos, mas para o exterior os clubes representam sempre os países de onde são oriundos. Todos os seus atletas deveriam ter sido cobertos com bandeiras portuguesas, vencedores e vencidos e, assim, passar uma imagem de um Portugal presente, mesmo nos maus momentos, mas sempre presente e mostrarmos que somos os primeiros a acreditar nas nossas capacidades e a orgulharmo-nos de quem somos, de onde vimos e para onde vamos.
Existem culpas e culpados: primeiro, a tacanhez da incapacidade de percepcionar a importância do momento; segundo, a falta de visão estratégica dos dirigentes máximos dos dois clubes; terceiro, o provincianismo de que deram mostras. mas há igualmente responsabilidades da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), por não antecipar a importância do momento e não contribuir para a exaltação da imagem nacional, por excelência, a nossa bandeira. Por último, a enorme falta de sentido de estado do Secretário de Estado do Desporto, por não antecipar as enormes vantagens de projectar, em momento tão difícil para Portugal, a imagem do país e, conjuntamente com a FPF e os clubes, terem transformado a final da Liga Europa numa enorme mancha das cores nacionais.
Por estas e por outras é que perdemos a American Cup para Valencia (Espanha) e agora a Ryder Cup para a França. Porque tudo o que fazemos é feito "em cima do joelho" e não há chama, chispa, brio nacional.
Imaginem esta final entre clubes espanhóis..........pois......




